As “perigosíssimas” piadas “sexistas” que ofendem mais que as mentiras

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Por ROGÉRIO S ARAÚJO

Os mais jovens foram sensibilizados na escola, em filmes, nas artes, desde crianças para uma nova ética existencial. Essa ética nova envolve temas como homossexualidade, racismo, inclusão social, machismo, intolerância religiosa, apropriação cultural e outros: gerou-se uma hipersensibilidade em relação a qualquer desconforto, por mínimo que seja, causado a “vítimas” daqueles que – segundo sua ótica – não sabem conviver com a diversidade.

Os mais velhos – parece – que ainda não compreenderam essa sensibilização exagerada dos mais jovens. A exceção dos políticos oportunistas que aprendem rapidamente para onde devem levar a sua demagogia e adaptar seus discursos para ganhar eleitorado.
Políticos antigos, de linguagem franca, como o Presidente Jair Bolsonaro, criados dentro de uma ética cristã completa e ampla, sem grandes distorções, com senso de proporções, ainda não assimilaram isso completamente. Não entenderam como a mente dos mais jovens reaje: quem hoje é bom, humano, ético, bacana, gente boa e confiável? Quem não é conservador. Quem trouxe o mal, o sofrimento, a perseguição, a dor para o mundo? O conservador. É como se todo conservador e cristão para eles tivesse um bigodinho de Hitler colado na cara.

Isso está na cabeça de muitos e muitos jovens. Mas, de verdade, eles não sabem o que é intolerância religiosa, aquela que se recusa à convivência e persegue e até mata – e cristãos têm sido mortos pelo mundo. O que é apenas uma opinião contrária, ou a defesa sincera de uma tradição, é visto como grave “intolerância”. Como se o mal viesse disso que chamam, intolerantemente, de intolerância. Aquele “chato” que só sabe falar de religião, para eles é um perigoso intolerante… Mesmo que, na realidade, o único perigo que oferece é de ser apenas um chato.

Ouvi no YouTube a conversa de 15 minutos que o Presidente concedeu hoje (18) descontraidamente a cidadãos e jornalistas durante um evento, e que causou uma reação em cadeia na grande mídia. Antes de falar dela, podemos voltar ao segundo semestre de 2018 para recordar a agressão violentíssima praticada contra a campanha do então candidato Jair Bolsonaro pela mídia esquerdista Folha de S. Paulo, com difamações e calúnias protagonizadas pela jornalista simpática ao PT, Patrícia Campos Mello. Foram acusações falsas e sem provas de que existiam empresas empregando milhões em disparos de WhattsApp contra o PT. Na conversa improvisada de Jair Bolsonaro com cidadãos e jornalistas, ao falar do que havia acontecido na CPMI das Fake News, a palavra furo foi utilizada com duplo sentido sem grande ênfase pelo Presidente, que continuou desenvolvendo a conversa, enquanto as pessoas riam.

Berram agora os aproveitadores – que valorizam demagogicamente essa nova ética que hipersensibiliza a mente dos jovens – acusações contra o Presidente da República. Clamam por insulto a uma jornalista (que até agora não pediu desculpas a ele por suas reportagens impregnadas de falsa acusação). Já se fala em quebra de decoro! E muitos apoiadores do Presidente vão lamentar a sua fala.
O que aconteceu foi apenas uma gafe cometida por homem de outra geração. Gafes são relativamente comuns.

A Folha de S. Paulo e a grande mídia jornalística ganharam salvo conduto para mentir à vontade nos seus ataques ao Presidente da República. Mas Jair Bolsonaro, criado na boa e velha ética cristã, e no honesto patriotismo dos quartéis, não está autorizado a cometer  gafes, mesmo sendo uma vítima que se pronuncia…

Enquanto os conservadores não compreenderem a mente dos mais jovens vão ficar batendo cabeça. Esquerdistas deram aos jovens uma ética simplista, maniqueísta, incompleta, descabida, desproporcional. Ninguém está nem aí se uma gravíssima mentira foi lançada por veículo de grande mídia para caluniar e difamar um candidato à presidência da república. Contudo, uma simples piada inoportuna dita em momento de descontração, isso causa pavor, como se um homem conservador fosse uma terrível ameaça às mulheres, ameaça assustadora que precisa ser desesperadamente afastada.

As “perigosíssimas” piadas “sexistas” ofendem mais que “inofensivas” mentiras que difamam e caluniam nas páginas sujas das grandes mídias de nosso lamentável jornalismo.

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Carlos Arouck
Agente de Polícia Federal - Bacharel em Direito - Licenciado em Administração de Empresas - Foi Instrutor Academia Nacional de Polícia - Palestrante na área de Segurança Pública - Fundador do Movimento Brasil Futuro (MBF) - Consultor de Cenários Políticos - Consultor de Estratégia de Segurança Pública

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