Quem é Arouck?

Sou agente de Polícia Federal por vocação, tenho formação em Direito e Administração de empresas, com especialização em gerenciamento empresarial. Já ministrei cursos na área de proteção e vigilância. Fui instrutor da Academia Nacional de Polícia, trabalhei no setor de segurança de dignitários, quando fui responsável pela integridade de diversas personalidades, entre elas o papa João Paulo II, Lady Diana, Imperador Akihito, presidente Gorbachev, Primeira Ministra Margareth Thatcher, entre outros.

Estive presente nos maiores eventos do País desde a ECO 92, participei de várias audiências, seminários e palestras sobre segurança pública. Por conta da natureza de meu trabalho policial, viajei por todo o Brasil, em missões do norte ao sul do país. Somente na região amazônica, permaneci por quase 5 anos em operações contra o tráfico de drogas, o contrabando, os crimes ambientais, e atuando na proteção das fronteiras e das comunidades indígenas.

Fui adjunto na Embaixada da França, na área de segurança.

Hoje sou consultor de cenários políticos e na área da segurança pública, participo de alguns grupos ligados aos movimentos de rua, apoio as manifestações populares nas quais acredito e edito o blog carlosarouck.com.br e arouck.com.br.

Tudo que conquistei foi por meio de muito estudo e trabalho. Já experimentei perdas – colegas de trabalho que tombaram no cumprimento da missão e a mais recente, a perda de meu exemplo na vida, meu pai. Já experimentei ganhos: casei com meu grande amor, eduquei meus dois filhos, comprei minha casa própria, obtive o reconhecimento profissional.

Fui condecorado com três medalhas: Bons Serviços, da Polícia Federal; Pacificador, do Exército; Ordem do Rio Branco, do Ministério das Relações Exteriores.Tenho como lema nunca desistir de lutar pelo que acredito.

Posso me dar ao luxo de atacar ou defender governos, opiniões publicadas na mídia corporativa ou nas redes sociais porque zelo pela minha independência e autonomia.

Evidentemente, não estou isento de erros, e espero que os leitores me ajudem a corrigi-los, embora meu único juiz seja a minha consciência.

O que mais gosto ao final do dia é de deitar minha cabeça no travesseiro à noite e dormir o sono dos justos. Essa tranquilidade não deixo que ninguém me tire.