Bolsonaro X “Iluminados”: Momento Decisivo?

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O presidente da República, Jair Bolsonaro,

Fábio Sahm Paggiaro

Desde o início desta pandemia, os iluminados pela siênçia defenderam a paralisação da economia até que a pico de contaminação passasse. A economia se vê depois. O Presidente propunha solução híbrida, por entender que o fechamento total é insustentável e afeta os mais necessitados. Foi satanizado por isso e impedido de atuar no planejamento e execução das medidas, lhe restando, apenas, prover dinheiro e equipamentos. A gestão da crise ficou a cargo de governadores e prefeitos que aplicaram seus métodos sientíficos em defesa da vida.

Inicialmente, os fechamentos surtiram algum efeito, até porque, longe das grandes cidades, as medidas decretadas não foram seguidas a risca, permitindo uma válvula de escape para as atividades econômicas. De qualquer forma, os prejuízos foram grandes, havendo muitas falências e desemprego. Mas, por volta de junho (2020), a situação apresentou melhoras ou sinais de estabilidade.

Dessa forma, governadores e prefeitos relaxaram e passaram a desmobilizar hospitais. Aproveitaram-se das enormes verbas destinadas à pandemia pelo Governo Federal para acertar seus caixas deficitários e pouco ou nada aplicaram de verbas próprias. A corrupção se alastrou pela permissividade das normas emergenciais. Para desviar a atenção, passaram a pleitear vacinação em massa, quando nem havia vacinas testadas.

No início de 2021, começou a ficar evidente o forte recrudescimento da pandemia. As vacinas chegaram, mas em quantidade insuficiente para reverter a situação – não há disponibilidade no mundo. Dessa forma, os governantes, que a si avocaram a condução das ações com independência do Executivo federal, agora percebem que o cadáver está putrefazendo em seus colos. Receberam dinheiro a rodo, tiveram um ano para se preparar e, mesmo assim, o colapso é iminente.

Com essa percepção, governadores e prefeitos, apoiados pela imprensa, estressam a narrativa de que Bolsonaro foi incompetente para adquirir vacinas e que se faz necessário radicalizar medidas de isolamento para solucionar o problema. Porém, a população não suporta mais essas narrativas nem paralisações de atividades.

colapso sanitário é certo e, já beirando o desespero, houve quem falasse em acionar as Forças Armadas para impor lockdown, o que as colocaria na situação de reprimir desempregados famintos a mando dos causadores de sua tragédia. Governadores e prefeitos não conseguiram gerenciar a pandemia e agora querem penalizar, ainda mais, a população que já demonstra não aceitar. E, se o fizer, o colapso socioeconômico também virá, será catastrófico e de consequências imprevisíveis.

Todavia, apenas o Presidente parece ter essa percepção e adotou providências. Já afirmou que não utilizará as Forças Armadas contra a população; acionou o STF para acabar com os toques de recolher; acionará o Congresso para definir atividades essenciais como aquelas que garantem o sustento da família; e convidou os presidentes de Senado, da Câmara dos Deputados, e do STF, para se reunirem e aprovarem um plano conjunto contra a pandemia.

Com isso, Bolsonaro sai em defesa do povo e se coloca frontalmente contra prefeitos e governadores, cuja liberdade de ação foi garantida pelo STF. Se o Presidente for vencido, o colapso virá e seus opositores arcarão com as responsabilidades perante a população enraivecida. Caso cedam, assumem a culpa por tudo o que já aconteceu. Apostaram no caos para culpar e destituir o chefe do Executivo federal, porém a população já identificou os culpados e suas manobras.

O feitiço virou contra o feiticeiro e o jogo do poder pode estar em seu momento decisivo que poderá ser reversivo, em favor do Brasil.

 

 

Fábio Sahm Paggiaro, para Vida Destra

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